
Só colhia as rosas ao anoitecer porque durante o sono elas não sentiam o aço frio da tesoura. Uma noite ele sonhou que cortava as astes pela manhã, em pleno sol, as rosas despertadas gritando e sangrando na altura do corte das cabeças decepadas. Quando ele acordou, viu que estavá com as mão sujas de sangue.
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